terça-feira, 19 de junho de 2012

Seminário sobre MPEs

Foi realizado nesta segunda e terça-feira, 18 e 19 de junho, o “1º Seminário de Micro e Pequenas Empresas do Varejo Alimentício da Região Sudeste”, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG). O principal objetivo do evento foi promover atualização de conhecimentos dos empresários das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que atuam no setor de varejo alimentício na região sudeste. O encontro também visou proporcionar a ampliação da rede de relacionamentos dos empreendedores e fortalecer o segmento de varejo. O seminário foi voltado para empresários, fornecedores e profissionais que trabalham em centrais de compras na área de alimentos.

Um dos participantes da abertura do evento foi representante do Governo de Minas Gerais, o Subsecretário de Indústria, Comércio e Serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), Marco Antônio Rodrigues da Cunha. O Subsecretário informou que o Governo do Estado estuda a criação de um novo fundo para financiamento do setor de MPEs. El também afirmou que a administraçãi pública estadual avalia as possibilidades de aumentar as compras governamentais dos micro e pequenos fornecedores. Segundo o Subsecretário, essas ações visam promover o desenvolvimento do setor que, na opinião dele, é vital para a economia mineira, principalmente na geração de emprego e renda.

Marco Antônio da Cunha fez um breve relato sobre as ações da Central Exportaminas, vinculada à SEDE, para facilitar a exportação e a busca de novos mercados no exterior por parte das empresas de pequeno porte instaladas em Minas Gerais. O Subsecretário também falou sobre a necessidade de formalização das empresas que ainda atuam de maneira clandestina. Para ele, os negócios formalizados junto às instituições oficiais tem mais facilidade para conseguir crédito e dão segurança e confiabilidade aos clientes. Ele completou a apresentação ao detalhar a atuação do Fórum Permanente Mineiro de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe), coordenado pela Superintendência Microempresas e Empresas de Pequeno Porte da SEDE e envolve parceria entre diversas instituições.

Outro representante do Governo de Minas na abertura do evento foi o Gerente da Divisão de Negócios do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Guilherme da Costa Oliveira Santos. Ele apresentou detalhes sobre as linhas de financiamento do banco voltadas para o segmento das MPEs, além das ações da administração pública estadual para facilitar a liberação de crédito para as empresas de pequeno porte. Guilherme da Costa também fez uma breve exposição sobre o Programa Geraminas, desenvolvido para descomplicar o acesso a financiamentos por parte das companhias de menor porte.

O Secretário Adjunto Municipal de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Belo Horizonte, Raphael Andrade, destacou a necessidade de melhor capacitação profissional por parte dos pequenos empreendedores. Segundo ele, a melhoria na prestação de serviços e na qualidade dos produtos oferecidos pelas MPEs pode possibilitar a ampliação do mercado consumidor deste segmento. Na opinião dele, a busca por progresso constante pode proporcionar ampliação do espaço das MPEs nas compras governamentais, dentre outros benefícios para os empreendedores.

O primeiro palestrante a se apresentar na segunda-feira (18) foi Nelson Barrizzelli. Ele expôs as mudanças no setor varejista de alimentos desde a década de 1990 até hoje. Ele também mostrou dados sobre o crescimento registrado no setor tanto nos Estados Unidos quanto na Europa e no Brasil nos últimos anos. Barrizzelli apresentou ainda novos formatos de negócios criados recentemente no exterior e as principais oportunidades, tendências, oportunidades e desafios para o segmento no Brasil para os próximos anos. Nelson Barrizzelli é graduado, mestre e doutor em economia, professor universitário e sócio de uma empresa de consultoria.

O evento teve apoio institucional do Governo de Minas Gerais, por meio das Superintendências de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e a de Cooperativismo e Apoio ao Setor Terciário da SEDE, além do BDMG. A SEDE e o banco estadual tiveram um estande em conjunto no seminário para distribuição de material institucional sobre as ações governamentais. No estande do governo mineiro, além da entrega de folders, técnicos do banco orientavam participantes interessados em linhas de crédito e financiamento oferecidos pela instituição.

O seminário contou ainda com rodadas de negócios e palestras de especialistas em economia. As apresentações abordaram os aspectos econômicos no setor varejista de alimentos, as perspectivas e desafios para o futuro do segmento, histórico da área desde 1994, o varejo de alimentos na Europa e Estados Unidos, além de estatísticas mais recentes das MPEs em Minas Gerais e no Brasil. Também foram abordadas questões como sucessão nas empresas familiares, conflitos e soluções de problemas nas MPEs, liderança e motivação dos profissionais que atuam na área, vendas no mercado da Classe C, características do mercado da nova classe média brasileira e aspectos da gestão neste segmento. Foram abordados ainda detalhes sobre governança coorporativa, cultura e valores inerentes ao mercado varejista de alimentos, liderança no setor de empreendedorismo, dentre outras temáticas relevantes aos objetivos propostos pelo seminário.

O Seminário foi realizado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Belo Horizonte (Sincovaga BH), em parceria com a Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio–Minas), Serviço Social do Comércio (Sesc–MG), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac–MG), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae–MG), Sebrae Nacional, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), além dos sindicatos ligados à Fecormércio–Minas.

Foto: Leonardo Silva Horta

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Empreendedorismo em debate


Com objetivo de reforçar diretrizes e promover o debate sobre a formulação de políticas nacionais do empreendedorismo no Brasil, foi realizada nesta terça-feira (12), em Belo Horizonte (MG), a oficina “The World Café”. O encontro aconteceu no auditório da Associação Comercial e Empresarial de Minas Gerais (ACMinas) e reuniu membros de entidades representativas do setor empresarial de Minas Gerais.

A oficina contou com palestras e debates sobre as questões mais relevantes do segmento de empreendedorismo no Brasil. Além das apresentações, grupos de trabalho discutiram aspectos para a formalização das micro e pequenas empresas (MPEs), a legislação que regulamenta o setor, questões tributárias e a participação das MPEs nas compras governamentais. Os debates abordaram também oportunidades de negócio, acessos a novos mercados no Brasil e exterior, interlocução dos pequenos empreendedores com as instituições de classe, legislação trabalhista, além de aspectos do crédito e linhas de financiamento que melhor atendem as MPEs.

O encontro foi organizado pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), através da Superintendência de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O subsecretário de Indústria, Comércio e Serviços da SEDE, Marco Antônio Rodrigues da Cunha, participou da abertura do evento.

Neste mês serão realizadas outras oficinas “The World Café”, no dia 19, em Porto Alegre (RS), e 21, em Salvador (BA), organizadas pelo MDIC em parceria com instituições locais. O Ministério vai promover também, em Brasília (DF), diversos encontros para discutir segmentos específicos do empreendedorismo, como capacitação profissional, comércio exterior, compras governamentais, tecnologia e inovação, dentre outros temas pertinentes ao setor.

Fotos: Leonardo Silva Horta
Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico
Assessoria de Comunicação
Telefone: (31) 3915-2915

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Imagem de MG precisa ser fortalecida

Estado sofre com a concorrência de agências do Rio de Janeiro e São Paulo.


Agentes do mercado publicitário de Belo Horizonte se reuniram ontem, na Capital, em evento promovido pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade - Minas Gerais (Abap-MG) e o Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG). O encontro antecede o V Congresso da Indústria da Comunicação, que acontece entre os dias 28 e 30 de maio em São Paulo.

O "Minas Debate o V Congresso: regionalização" reuniu, em uma mesa-redonda, o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto; o diretor-presidente do jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa; a diretora comercial da Globo Minas, Sílvia Mattos; o presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende; o presidente da Abap-MG e diretor da 18 Comunicação, Alexandre Moreira, e o diretor da Abap-MG e da Solution, Fernando Campos.

A mesa discutiu formas de fortalecimento do mercado publicitário mineiro e a capacidade de atrair clientes. A competição com empresas do setor cariocas e paulistas e a pouca visibilidade do mercado mineiro, mesmo apresentando números como a terceira maior economia do país, também foram levantados.

Para o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto, o jeito mineiro desconfiado e de trabalhar em silêncio precisa mudar. "Precisamos mostrar Minas do jeito que ela é para o mundo. Aí a indústria da comunicação tem papel fundamental. O governo trabalha para dar condições de desenvolvimento e diversificação da economia e, com isso, também fortalecer a indústria da comunicação em Minas", afirma Barreto.


Lançamento - Dentro da ideia de mostrar Minas Gerais para os mercados interno e externo, o presidente do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa, ressaltou o papel indutor das empresas de comunicação para a atração de investimentos a partir da divulgação efetiva de informações e das características do Estado. O jornalista ainda aproveitou para anunciar aos participantes o novo produto do DIÁRIO DO COMÉRCIO, a revista DC Análise. "Em cada edição será feita uma análise criteriosa dos principais temas da economia mineira. Queremos mostrar, sobretudo para fora do Estado, o que acontece aqui. O intuito é falar para Minas e por Minas", antecipa Costa. A primeira edição da DC Análise circula dia 13 de junho com o tema energia.

O presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende, chamou a atenção para uma particularidade mineira. "Vivemos em um Estado grande e fragmentado, que faz com que tenhamos uma espécie de regionalização dentro do nosso próprio território.  preciso trabalhar a criação de novos anunciantes", avalia.

Além do debate, o encontro contou com a apresentação da Veja BH. O gerente de Marketing da revista, Fábio Luís dos Santos, explicou a opção da Editora Abril em lançar a edição regional em Belo Horizonte e não em outra capital. "A Veja já adota uma política de regionalização desde 1985, com o lançamento da Veja SP e, desde 1991, com a Veja RJ. Lançar a Veja BH é reconhecer a importância da cidade. Belo Horizonte é a capital que mais cresce e o sucesso aqui será inspiração para que o projeto alcance outras capitais", explica Santos.

O executivo ainda observou que não só o desenvolvimento econômico da cidade e do Estado justificam o lançamento. "Não adiantaria estarmos na melhor cidade do mundo se ela não tivesse conteúdo. A matéria-prima da Veja é informação e Belo Horizonte é uma cidade onde as coisas acontecem. O sucesso do lançamento demonstra que a regionalização é um passo correto, pois todo mundo gosta de saber o que acontece no mundo, mas também na sua ‘aldeia’", completa o gerente.

Para o diretor da Abap-MG, Fernando Campos, o debate foi uma boa oportunidade para que o poder público e a iniciativa privada conversassem, em um bom momento político e econômico, sobre o protagonismo que precisa ser reivindicado pela indústria da comunicação mineira. "Temos que defender a bandeira de Minas não por um sentimento de bairrismo, mas sim porque temos competência. Temos características específicas como gestão pública moderna, capacidade de consumo, posição geográfica, infraestrutura e diversidade econômica, entre outras, que provam nossa capacidade técnica", avalia Campos.

Na análise do presidente da Abap-MG, Alexandre Moreira, o evento foi apenas uma primeira reunião de um longo debate. "A partir desse encontro vamos chegar no congresso em São Paulo com uma opinião das agências mineiras. Isso é importante para demonstrar a força do nosso mercado e as competências das nossas agências. Esse é um assunto que renderá conversas contínuas", afirma Moreira.

O V Congresso da Indústria da Comunicação terá a abertura do arcebispo sul-africano Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz, no painel Liberdade de Expressão e Democracia. Além da regionalização, serão debatidos os temas: o futuro da profissão; as empresas de comunicação brasileiras; o mercado global e a marca Brasil; comunicação, crescimento econômico e desenvolvimento humano; comunicação one-to-one; personalização versus privacidade; as novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia; sustentabilidade e comunicação; criatividade e sucesso; o consumidor com a palavra; propriedade intelectual; legislação e ética e novos caminhos para criar e fortalecer marcas.

As inscrições para o V Congresso estão abertas no www.vcongresso.com.br. A previsão é reunir cerca de 2 mil participantes do mercado publicitário, produção audiovisual, marketing direto, gráfica, veículos de comunicação, anunciantes, brindes, promoção, mídias exterior, entre outros.



Fonte: Diário do Comércio

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Mulheres assumem posição de liderança


O Brasil aumentou o percentual de mulheres em cargo de liderança, segundo o International Business Report 2012 (IBR). Os dados revelam que 27% dos cargos de liderança no país são ocupados por mulheres, uma elevação de 3 pontos percentuais (pp) em relação ao ano passado e superior aos 21% globalmente.

Com esse resultado o Brasil subiu novamente de posição no ranking global. Em 2009, estava na 10ª posição, com 29%, em 2011 ficou na em 21º lugar e agora em 2012 subiu para 18ª colocação. A média global também registrou elevação de 1 p.p para 21% em 2012.
"É importante que as empresas percebam que ter um balanço entre homens e mulheres no processo de tomadas de decisão traz perspectivas de crescimento. No Brasil isso deve ser mais fácil de notar visto os grandes exemplos que temos de mulheres em cargos importantes, a começar pela presidenta e mais recentemente a troca de comando na maior estatal do país", diz Madeleine Blankenstein, sócia da Grant Thornton Brasil.
Globalmente, a Rússia conquistou a melhor posição de mulheres em cargo de liderança (46%), seguido da Bósnia, Tailândia e Filipinas (todos com 39%), Geórgia (38%) e Itália (36%). Os países com a menor classificação no ranking são Japão com apenas 5% das mulheres em cargos de liderança. Alemanha (13%), Índia (14%), os Emirados Árabes e a Dinamarca (ambos com 15%) e os Estados Unidos (17%).
Regionalmente, o destaque para as mulheres nas empresas é na Zona do Euro com 25% das mulheres liderando nas companhias, 6 p.p a mais que no ano anterior. Na América Latina e nos BRICs, 22% e 26% respectivamente, das mulheres ocupam cargos de liderança, uma ligeira queda em relação a 2011 (ambos 1 p.p).
A maior parte das mulheres em cargo de liderança no Brasil está na área de Recursos Humanos (16%). Essa mesma tendência acontece na China onde 41% dos cargos de lideranças em RH são ocupados por mulheres e França (37%). As brasileiras se destacam também no segmento financeiro como Diretora (15%) e Chief Financial Officer (CFO) (13%) e na área de vendas (13%).

No Brasil, apenas 3% dos cargos de Chief Executive Officer (CEO) são exercidos por mulheres, abaixo da média global de 9%. O cenário é bem diferente de países como Austrália (30%), Tailândia (29%) e Itália (20%), países onde as companhias têm mais de um quarto das posições de CEO sendo ocupadas por mulheres. O percentual de mulheres brasileiras que ocupam posição de sócia caiu para 6%.

terça-feira, 15 de maio de 2012

A mulher da nova classe média

O Brasil mudou e se a nova classe média e seus valores pudesse ter um rosto, este seria o da mulher da nova classe média, por se tratar de uma pessoa conectada, que chama para si a responsabilidade, é o que afirma Renato Meirelles, sócio-diretor do instituto Data Popular, baseando-se em dados apurados pelo seu instituto e pelo IBOPE (Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística).

Dentre eles:
* o fato delas representarem 99 milhões de pessoas no País, sendo 53% desse montante pertencente a nova classe média, que contribuiu para o aumento de renda brasileira;
* a massa de renda feminina já chega a R$693,5 bilhões;
* 62% delas preferem consumir produtos brasileiros;
* cada mulher, com idade a partir de 16 anos, possui em média 1,3 cartão de crédito. Detalhe: atualmente 87 milhões de cartões são utilizados no país.

Um aviso para o mercado

Pelas  considerações feitas por ele, de acordo inclusive com outros números da pesquisa, foi possível concluir que:
* a mulher de hoje não espera pelo governo, pelas empresas ou por instituições religiosas;
* uma empresa não vai conseguir ser líder de mercado se não conquistar a mulher da nova classe média: que é mais escolarizada que o homem, controladora das despesas domésticas, dos gastos com artigos masculinos (incluindo a compra de veículos) e com materiais tecnológicos, além de cuidar pessoalmente da educação dos filhos.

Com tantas tarefas acumuladas, ele lembra também que a mulher de hoje não quer gastar tanto tempo na cozinha, até porque tempo é o que ela menos tem e quando sobra algum espaço, procura valorizá-lo em companhia da família. Outro fator que reafirma essa condição é o fato de 71% delas não priorizarem o trabalho, mas sim a educação dos filhos e a delas em primeiro lugar.

"Ao invés de criarem uma revolução, com todos esses quesitos, elas tentam viver em harmonia diante de todas essas tarefas, conciliando os valores tradicionais de gerações passadas ao seu tempo e ao seu novo papel na sociedade. E isso é apenas o começo", concluiu Meirelles.


Consumidor moderno

São três os adjetivos que podemos dar ao consumidor moderno: informado, exigente e conectado. Informado porque dispõe de ferramentas na internet que permitem conhecer um produto, saber diferenciar o que há de bom no mercado e seus direitos como consumidor. Exigente porque sabe o que quer e consegue perceber os benefícios e vantagens de cada produto. Por último, conectado, pois através de websites, redes sociais, Reclame Aqui, trocam informações boas e ruins sobre produtos e serviços.

Todas as ferramentas utilizadas na comunicação com esse novo consumidor têm como principal objetivo se aproximar do consumidor, ouvir e interagir com ele.

A mudança do comportamento do consumidor, a saturação de informações a esses consumidores e a quantidade de produtos ofertados no mercado fizeram com que o varejo deixasse de ser apenas a ponte entre fabricantes e clientes. Agora o varejo é visto pela indústria como peça fundamental no processo de fidelização do consumidor e influenciador direto da compra.

O varejo pode ser físico ou virtual. O varejo físico, ponto-de-venda, é o local onde as pessoas se encontram para satisfazer seus sonhos de consumo. As palavras de ordem são acesso, qualidade e atendimento. O preço baixo chama a atenção e estimula a experimentação.

O artigo abaixo traz alguns exemplos de boas práticas de trabalho.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Pesquisa mapeia a utilidade das marcas na Internet brasileira

Pesquisa da RMA Comunicações mostra que o brasileiro considera o atendimento rápido o primeiro atributo para a utilidade da marca nas redes sociais.

A RMA Comunicação, uma das maiores agências de comunicação corporativa do País, divulgou durante o evento #MarcaUtil, o resultado de uma pesquisa de mesmo nome feita na Internet, em fevereiro, com o objetivo de entender o uso das redes sociais pelo internauta brasileiro e sua percepção de utilidade das marcas dentro desse meio.
A pesquisa ficou aberta na Internet ao público geral durante 15 dias e teve mais de 1200 respondentes. As perguntas (11 ao todo) visavam identificar a percepção de utilidade da marca (Brand Utility) online. Nesse sentido, 69% dos participantes declarou considerar apenas razoável a utilidade da presença online das marcas.  Ao responderem em que rede social seria mais importante uma marca participar para ser útil na Internet, 69% dos usuários apontaram o Facebook, seguido do Twitter, com 18% das respostas, Google+ com 6% e Linkedin com 3%.
Sobre o que faz a marca ser útil na Internet, o atendimento rápido ao cliente foi considerado imprescindível por 68% dos respondentes, seguido de compartilhamento de conteúdos relevantes (62%), prestação de serviços (59%) e educação sobre produtos e tendências (46%). No ranking de marcas úteis (respostas espontâneas) os cinco primeiros lugares ficaram com Ponto Frio, em primeiro lugar, seguido de Coca-Cola, Google, Itaú e Guaraná Antartica.
O resultado da pesquisa mostra a prevalência do Facebook como plataforma importante de relacionamento para os usuários: 84% dos respondentes declararam serem participantes ativos da rede social, seguida do Twitter, com 13% das respostas e Linkedin, com 3%. O declínio da preferência do brasileiro pelo Orkut fica evidente: apenas 1% dos entrevistados disse ser membro ativo da rede social da Google.