domingo, 28 de outubro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
sábado, 20 de outubro de 2012
SÃO PAULO FASHION WEEK INVERNO 2013
Integrado aos jardins naturais do Parque Villa Lobos, o espaço se abre para mais uma temporada de moda, com um novo calendário para o setor no Brasil, antecipando a coleção de inverno que normalmente aconteceria em janeiro. Com a mudança solicitada pelos estilistas e grifes, as coleções passam a ser apresentadas em março/abril (verão) e outubro/novembro (inverno) , ampliando o intervalo entre o lançamento e a chegada das peças as lojas, o que permitirá um planejamento mais organizado, contribuindo para uma melhor competitividade do setor.
SPFW // INVERNO 2013
29/out – 2ª feira
1 Osklen – 12h00
2 Têca por Hêlo Rocha – 15h00
3 Ronaldo Fraga – 16h00
4 FH por Fause Haten – 17h30
5 Tufi Duek – 19h00
6 Triton – 20h00
7 Ellus – 21h00
2 Têca por Hêlo Rocha – 15h00
3 Ronaldo Fraga – 16h00
4 FH por Fause Haten – 17h30
5 Tufi Duek – 19h00
6 Triton – 20h00
7 Ellus – 21h00
30/out – 3ª feira
1 João Pimenta – 16h00
2 Uma Raquel Davidowicz – 17h30
3 Samuel Cirnansck – 19h00
4 Lino Villaventura – 20h30
5 Colcci – 21h30
2 Uma Raquel Davidowicz – 17h30
3 Samuel Cirnansck – 19h00
4 Lino Villaventura – 20h30
5 Colcci – 21h30
31/out – 4ª feira
1 Gloria Coelho – 11h30
2 Alexandre Herchcovitch – 16h00
3 Maria Garcia – 17h30
4 R.Rosner – 19h00
5 Vitorino Campos – 20h15
6 Forum – 21h30
2 Alexandre Herchcovitch – 16h00
3 Maria Garcia – 17h30
4 R.Rosner – 19h00
5 Vitorino Campos – 20h15
6 Forum – 21h30
01/nov – 5ª feira
1 Reinaldo Lourenço – 11h00
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Somente 7% do total de empreendedores recorrem ao crédito
O artigo abaixo é uma verdade.
A grande maioria dos empresários de pequenos negócios abrem suas empresas com recursos próprios.
Estudo inédito sobre o perfil do empresário de pequeno e médio porte do varejo brasileiro mostra que apenas 7% desses empreendedores utilizaram crédito bancário para abrir suas empresas. A maioria (77%) usou recursos próprios As informações fazem parte de pesquisa do SPC Brasil (Serviço de Proteção ao Crédito) e pela CNDL (Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas), realizada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).
Os dados mostram também que 53% dos empreendedores pretendem investir em seu negócio por meio de ampliação de lojas, compra de máquinas ou contratação de funcionários. Entre os entrevistados, 25% disseram que vão investir com empréstimos bancários e 3% terão como fonte de recursos as financeiras. Em relação à inadimplência, 34% preveem queda e 10% esperam aumento.
O levantamento mostra ainda que 82% desses empresários não utilizam ferramentas tecnológicas em seu negócio; 85% não têm loja virtual e 61% não usam a Internet.
A pesquisa também mostrou que os impostos se configuraram no principal obstáculo para que o empresário de médio e pequeno porte mantenha aberta a sua própria empresa. Os tributos foram apontados por 43% dos entrevistados em questionário de múltipla escolha, superando outros desafios, como concorrência (29%), juros altos (18%) e crédito e capital de giro limitados (10%). Ainda segundo o estudo, 9% dos entrevistados apontaram como dificuldades o imposto sobre produtos, o excesso de burocracia e o custo de mão de obra.
O levantamento foi realizado em junho de 2012 em todas as 27 capitais do País, com 605 varejistas, com margem máxima de erro de 3,6%.
Representantes do setor varejista e do Banco do Brasil estão trabalhando em um projeto para criar linhas de crédito para o comércio. A informação é do presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro.
Pellizzaro afirmou que o objetivo é adaptar produtos que servem ao setor industrial às necessidades do varejo brasileiro. "Há linha para a indústria e o agronegócio, mas não há muitos produtos específicos para varejistas. O varejo precisa de linhas diferenciadas para capital de giro ao longo do ano, com datas específicas." Ele espera que as novidades sejam divulgadas até o dia 10 de agosto.
Devem ser anunciadas linhas para antecipação de recebíveis, investimento e capital de giro por perfil. "O supermercado precisa de linha diferente da de quem vende sapato", exemplificou Pellizzaro. "É um trabalho de customização de linhas de crédito de produtos que eram formatados para o empresário industrial. O BB já tem pessoas dedicadas a esse processo."
| |
| Fonte: DCI – SP |
Artesãos expõem para o mercado de moda
Produtos fazem parte do Projeto Mix by Brasil, parceria entre o Sebrae e a Assintecal, que participa do Inspiramais, em São Paulo
Estudos de campo balizam design de produtos artesanais expostos no Inspiramais
Peças de design produzidas por seis comunidades de artesanato do país estão entre as principais atrações da 6ª edição do Salão de Design e Inovação de Componentes (Inspiramais). O evento, que começou nesta terça-feira (24), em São Paulo, é referência para o desenvolvimento de coleções de moda em todo o país.
O Sebrae participa do Inspiramais com o projeto Mix by Brasil, numa parceria com a Associação Brasileira de Empresas de Componentes para Couro, Calçados e Artefatos (Assintecal). A iniciativa realiza estudos de campo em cincos cidades brasileiras para o desenvolvimento de produtos sustentáveis.
De acordo com a consultora de moda Chiara Gadaleta, responsável pelo projeto, a iniciativa busca valorizar a cultura brasileira e estimular as empresas nacionais a agregarem conceitos de design e sustentabilidade em seus produtos. “Nós desenvolvemos os componentes, como fivelas, laços, tecidos, com as comunidades artesãs e criamos protótipos de produtos – bolsas, sapatos, cintos – que ajudam os profissionais do calçado a entenderem o conceito e a aplicabilidade das criações”, disse.
Entre os materiais utilizados estão resíduos têxteis, jornal, plástico, palha de milho, tingimentos naturais, crochê e fiação. “Ao incentivar o designer a buscar esses elementos, vamos promover a geração de renda nas comunidades que, na sua maioria, são de mulheres”. Atualmente, o projeto beneficia os grupos produtivos Aldeia do Futuro, de Americanópolis (SP); o mineiro Art DMio, do município de Brás Pires; o Instituto Bantu, sediado em Recife; a ONG Florescer, do bairro de Paraisópolis, na capital paulista, Palhas Fashion, de Birigui (SP), e Polo Veredas, que fica em Arinos (MG).
Além do Mix by Brasil, o evento traz o projeto Referências Brasileiras, que buscou na cultura indígena Pataxó referências para a produção de protótipos. Os próprios indígenas ajudaram na confecção dos materiais e componentes, utilizando como matéria prima madeiras, sementes, palhas, cipós, argila, penas, bambu, ossos, etc. “Este projeto trata das nossas origens e mostra como a diversidade da cultura brasileira pode ser decodificada para o produto através da criação de um novo design de componentes e calçados”, diz o estilista Jefferson de Assis.
Inspiramais
O Inspiramais terá mais de 500 lançamentos de matérias-primas para o inverno de 2013. O evento é realizado pela Assintecal e tem o apoio do Sebrae, Apex-Brasil e Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI). Para o estilista Walter Rodrigues, do Núcleo de Moda de Design da Assintecal, a inspiração para o próximo inverno será o aconchego. “O clima nos remete ao conforto do lar, à busca por proteção e carinho”. Segundo ele, o planejamento cria condições de se produzir mais e errar menos. “O pensamento para o longo prazo faz com que a cadeia produtiva de moda se organize”, assevera.
O Brasil tem 2,5 mil empresas de componentes para couros, calçados e artefatos. Do total, 42% têm plantas industriais no Rio Grande do Sul e 40% em São Paulo. De janeiro a junho de 2012, as vendas internacionais do setor somaram US$ 519 milhões, 8% a menos na comparação com o mesmo período de 2011.
Fonte: Sebrae
terça-feira, 19 de junho de 2012
Seminário sobre MPEs
Foi realizado nesta segunda e terça-feira, 18 e 19 de junho, o “1º Seminário de Micro e Pequenas Empresas do Varejo Alimentício da Região Sudeste”, no Sesc Palladium, em Belo Horizonte (MG). O principal objetivo do evento foi promover atualização de conhecimentos dos empresários das Micro e Pequenas Empresas (MPEs) que atuam no setor de varejo alimentício na região sudeste. O encontro também visou proporcionar a ampliação da rede de relacionamentos dos empreendedores e fortalecer o segmento de varejo. O seminário foi voltado para empresários, fornecedores e profissionais que trabalham em centrais de compras na área de alimentos.
Um dos participantes da abertura do evento foi representante do Governo de Minas Gerais, o Subsecretário de Indústria, Comércio e Serviços da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), Marco Antônio Rodrigues da Cunha. O Subsecretário informou que o Governo do Estado estuda a criação de um novo fundo para financiamento do setor de MPEs. El também afirmou que a administraçãi pública estadual avalia as possibilidades de aumentar as compras governamentais dos micro e pequenos fornecedores. Segundo o Subsecretário, essas ações visam promover o desenvolvimento do setor que, na opinião dele, é vital para a economia mineira, principalmente na geração de emprego e renda.
Marco Antônio da Cunha fez um breve relato sobre as ações da Central Exportaminas, vinculada à SEDE, para facilitar a exportação e a busca de novos mercados no exterior por parte das empresas de pequeno porte instaladas em Minas Gerais. O Subsecretário também falou sobre a necessidade de formalização das empresas que ainda atuam de maneira clandestina. Para ele, os negócios formalizados junto às instituições oficiais tem mais facilidade para conseguir crédito e dão segurança e confiabilidade aos clientes. Ele completou a apresentação ao detalhar a atuação do Fórum Permanente Mineiro de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Fopemimpe), coordenado pela Superintendência Microempresas e Empresas de Pequeno Porte da SEDE e envolve parceria entre diversas instituições.
Outro representante do Governo de Minas na abertura do evento foi o Gerente da Divisão de Negócios do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), Guilherme da Costa Oliveira Santos. Ele apresentou detalhes sobre as linhas de financiamento do banco voltadas para o segmento das MPEs, além das ações da administração pública estadual para facilitar a liberação de crédito para as empresas de pequeno porte. Guilherme da Costa também fez uma breve exposição sobre o Programa Geraminas, desenvolvido para descomplicar o acesso a financiamentos por parte das companhias de menor porte.
O Secretário Adjunto Municipal de Desenvolvimento Econômico da Prefeitura de Belo Horizonte, Raphael Andrade, destacou a necessidade de melhor capacitação profissional por parte dos pequenos empreendedores. Segundo ele, a melhoria na prestação de serviços e na qualidade dos produtos oferecidos pelas MPEs pode possibilitar a ampliação do mercado consumidor deste segmento. Na opinião dele, a busca por progresso constante pode proporcionar ampliação do espaço das MPEs nas compras governamentais, dentre outros benefícios para os empreendedores.
O primeiro palestrante a se apresentar na segunda-feira (18) foi Nelson Barrizzelli. Ele expôs as mudanças no setor varejista de alimentos desde a década de 1990 até hoje. Ele também mostrou dados sobre o crescimento registrado no setor tanto nos Estados Unidos quanto na Europa e no Brasil nos últimos anos. Barrizzelli apresentou ainda novos formatos de negócios criados recentemente no exterior e as principais oportunidades, tendências, oportunidades e desafios para o segmento no Brasil para os próximos anos. Nelson Barrizzelli é graduado, mestre e doutor em economia, professor universitário e sócio de uma empresa de consultoria.
O evento teve apoio institucional do Governo de Minas Gerais, por meio das Superintendências de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte e a de Cooperativismo e Apoio ao Setor Terciário da SEDE, além do BDMG. A SEDE e o banco estadual tiveram um estande em conjunto no seminário para distribuição de material institucional sobre as ações governamentais. No estande do governo mineiro, além da entrega de folders, técnicos do banco orientavam participantes interessados em linhas de crédito e financiamento oferecidos pela instituição.
O seminário contou ainda com rodadas de negócios e palestras de especialistas em economia. As apresentações abordaram os aspectos econômicos no setor varejista de alimentos, as perspectivas e desafios para o futuro do segmento, histórico da área desde 1994, o varejo de alimentos na Europa e Estados Unidos, além de estatísticas mais recentes das MPEs em Minas Gerais e no Brasil. Também foram abordadas questões como sucessão nas empresas familiares, conflitos e soluções de problemas nas MPEs, liderança e motivação dos profissionais que atuam na área, vendas no mercado da Classe C, características do mercado da nova classe média brasileira e aspectos da gestão neste segmento. Foram abordados ainda detalhes sobre governança coorporativa, cultura e valores inerentes ao mercado varejista de alimentos, liderança no setor de empreendedorismo, dentre outras temáticas relevantes aos objetivos propostos pelo seminário.
O Seminário foi realizado pelo Sindicato do Comércio Varejista de Gêneros Alimentícios de Belo Horizonte (Sincovaga BH), em parceria com a Federação do Comércio do Estado de Minas Gerais (Fecomércio–Minas), Serviço Social do Comércio (Sesc–MG), Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac–MG), Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de Minas Gerais (Sebrae–MG), Sebrae Nacional, Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), além dos sindicatos ligados à Fecormércio–Minas.
Foto: Leonardo Silva Horta
quinta-feira, 14 de junho de 2012
Empreendedorismo em debate
Com objetivo de reforçar diretrizes e promover o debate
sobre a formulação de políticas nacionais do empreendedorismo no Brasil, foi
realizada nesta terça-feira (12), em Belo Horizonte (MG), a oficina “The World
Café”. O encontro aconteceu no auditório da Associação Comercial e Empresarial
de Minas Gerais (ACMinas) e reuniu membros de entidades representativas do
setor empresarial de Minas Gerais.
A oficina contou com palestras e debates sobre as questões
mais relevantes do segmento de empreendedorismo no Brasil. Além das
apresentações, grupos de trabalho discutiram aspectos para a formalização das
micro e pequenas empresas (MPEs), a legislação que regulamenta o setor,
questões tributárias e a participação das MPEs nas compras governamentais. Os
debates abordaram também oportunidades de negócio, acessos a novos mercados no
Brasil e exterior, interlocução dos pequenos empreendedores com as instituições
de classe, legislação trabalhista, além de aspectos do crédito e linhas de
financiamento que melhor atendem as MPEs.
O encontro foi organizado pelo Ministério do
Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), em parceria com a
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (SEDE), através da
Superintendência de Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. O subsecretário
de Indústria, Comércio e Serviços da SEDE, Marco Antônio Rodrigues da Cunha,
participou da abertura do evento.
Neste mês serão realizadas outras oficinas “The World Café”,
no dia 19, em Porto Alegre (RS), e 21, em Salvador (BA), organizadas pelo MDIC
em parceria com instituições locais. O Ministério vai promover também, em
Brasília (DF), diversos encontros para discutir segmentos específicos do
empreendedorismo, como capacitação profissional, comércio exterior, compras
governamentais, tecnologia e inovação, dentre outros temas pertinentes ao
setor.
Fotos: Leonardo Silva Horta
Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico
Fonte: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico
Assessoria de Comunicação
Telefone: (31) 3915-2915
quarta-feira, 23 de maio de 2012
Imagem de MG precisa ser fortalecida
Estado sofre com a concorrência de agências do Rio de Janeiro e São Paulo.
Agentes do mercado publicitário de Belo Horizonte se reuniram ontem, na Capital, em evento promovido pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade - Minas Gerais (Abap-MG) e o Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG). O encontro antecede o V Congresso da Indústria da Comunicação, que acontece entre os dias 28 e 30 de maio em São Paulo.
O "Minas Debate o V Congresso: regionalização" reuniu, em uma mesa-redonda, o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto; o diretor-presidente do jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa; a diretora comercial da Globo Minas, Sílvia Mattos; o presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende; o presidente da Abap-MG e diretor da 18 Comunicação, Alexandre Moreira, e o diretor da Abap-MG e da Solution, Fernando Campos.
A mesa discutiu formas de fortalecimento do mercado publicitário mineiro e a capacidade de atrair clientes. A competição com empresas do setor cariocas e paulistas e a pouca visibilidade do mercado mineiro, mesmo apresentando números como a terceira maior economia do país, também foram levantados.
Para o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto, o jeito mineiro desconfiado e de trabalhar em silêncio precisa mudar. "Precisamos mostrar Minas do jeito que ela é para o mundo. Aí a indústria da comunicação tem papel fundamental. O governo trabalha para dar condições de desenvolvimento e diversificação da economia e, com isso, também fortalecer a indústria da comunicação em Minas", afirma Barreto.
Lançamento - Dentro da ideia de mostrar Minas Gerais para os mercados interno e externo, o presidente do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa, ressaltou o papel indutor das empresas de comunicação para a atração de investimentos a partir da divulgação efetiva de informações e das características do Estado. O jornalista ainda aproveitou para anunciar aos participantes o novo produto do DIÁRIO DO COMÉRCIO, a revista DC Análise. "Em cada edição será feita uma análise criteriosa dos principais temas da economia mineira. Queremos mostrar, sobretudo para fora do Estado, o que acontece aqui. O intuito é falar para Minas e por Minas", antecipa Costa. A primeira edição da DC Análise circula dia 13 de junho com o tema energia.
O presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende, chamou a atenção para uma particularidade mineira. "Vivemos em um Estado grande e fragmentado, que faz com que tenhamos uma espécie de regionalização dentro do nosso próprio território. preciso trabalhar a criação de novos anunciantes", avalia.
Além do debate, o encontro contou com a apresentação da Veja BH. O gerente de Marketing da revista, Fábio Luís dos Santos, explicou a opção da Editora Abril em lançar a edição regional em Belo Horizonte e não em outra capital. "A Veja já adota uma política de regionalização desde 1985, com o lançamento da Veja SP e, desde 1991, com a Veja RJ. Lançar a Veja BH é reconhecer a importância da cidade. Belo Horizonte é a capital que mais cresce e o sucesso aqui será inspiração para que o projeto alcance outras capitais", explica Santos.
O executivo ainda observou que não só o desenvolvimento econômico da cidade e do Estado justificam o lançamento. "Não adiantaria estarmos na melhor cidade do mundo se ela não tivesse conteúdo. A matéria-prima da Veja é informação e Belo Horizonte é uma cidade onde as coisas acontecem. O sucesso do lançamento demonstra que a regionalização é um passo correto, pois todo mundo gosta de saber o que acontece no mundo, mas também na sua ‘aldeia’", completa o gerente.
Para o diretor da Abap-MG, Fernando Campos, o debate foi uma boa oportunidade para que o poder público e a iniciativa privada conversassem, em um bom momento político e econômico, sobre o protagonismo que precisa ser reivindicado pela indústria da comunicação mineira. "Temos que defender a bandeira de Minas não por um sentimento de bairrismo, mas sim porque temos competência. Temos características específicas como gestão pública moderna, capacidade de consumo, posição geográfica, infraestrutura e diversidade econômica, entre outras, que provam nossa capacidade técnica", avalia Campos.
Na análise do presidente da Abap-MG, Alexandre Moreira, o evento foi apenas uma primeira reunião de um longo debate. "A partir desse encontro vamos chegar no congresso em São Paulo com uma opinião das agências mineiras. Isso é importante para demonstrar a força do nosso mercado e as competências das nossas agências. Esse é um assunto que renderá conversas contínuas", afirma Moreira.
O V Congresso da Indústria da Comunicação terá a abertura do arcebispo sul-africano Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz, no painel Liberdade de Expressão e Democracia. Além da regionalização, serão debatidos os temas: o futuro da profissão; as empresas de comunicação brasileiras; o mercado global e a marca Brasil; comunicação, crescimento econômico e desenvolvimento humano; comunicação one-to-one; personalização versus privacidade; as novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia; sustentabilidade e comunicação; criatividade e sucesso; o consumidor com a palavra; propriedade intelectual; legislação e ética e novos caminhos para criar e fortalecer marcas.
As inscrições para o V Congresso estão abertas no www.vcongresso.com.br. A previsão é reunir cerca de 2 mil participantes do mercado publicitário, produção audiovisual, marketing direto, gráfica, veículos de comunicação, anunciantes, brindes, promoção, mídias exterior, entre outros.
Fonte: Diário do Comércio
Agentes do mercado publicitário de Belo Horizonte se reuniram ontem, na Capital, em evento promovido pela Associação Brasileira de Agências de Publicidade - Minas Gerais (Abap-MG) e o Sindicato das Agências de Propaganda de Minas Gerais (Sinapro-MG). O encontro antecede o V Congresso da Indústria da Comunicação, que acontece entre os dias 28 e 30 de maio em São Paulo.
O "Minas Debate o V Congresso: regionalização" reuniu, em uma mesa-redonda, o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto; o diretor-presidente do jornal DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa; a diretora comercial da Globo Minas, Sílvia Mattos; o presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende; o presidente da Abap-MG e diretor da 18 Comunicação, Alexandre Moreira, e o diretor da Abap-MG e da Solution, Fernando Campos.
A mesa discutiu formas de fortalecimento do mercado publicitário mineiro e a capacidade de atrair clientes. A competição com empresas do setor cariocas e paulistas e a pouca visibilidade do mercado mineiro, mesmo apresentando números como a terceira maior economia do país, também foram levantados.
Para o presidente do Escritório de Prioridades Estratégicas do Governo de Minas Gerais, Tadeu Barreto, o jeito mineiro desconfiado e de trabalhar em silêncio precisa mudar. "Precisamos mostrar Minas do jeito que ela é para o mundo. Aí a indústria da comunicação tem papel fundamental. O governo trabalha para dar condições de desenvolvimento e diversificação da economia e, com isso, também fortalecer a indústria da comunicação em Minas", afirma Barreto.
Lançamento - Dentro da ideia de mostrar Minas Gerais para os mercados interno e externo, o presidente do DIÁRIO DO COMÉRCIO, Luiz Carlos Motta Costa, ressaltou o papel indutor das empresas de comunicação para a atração de investimentos a partir da divulgação efetiva de informações e das características do Estado. O jornalista ainda aproveitou para anunciar aos participantes o novo produto do DIÁRIO DO COMÉRCIO, a revista DC Análise. "Em cada edição será feita uma análise criteriosa dos principais temas da economia mineira. Queremos mostrar, sobretudo para fora do Estado, o que acontece aqui. O intuito é falar para Minas e por Minas", antecipa Costa. A primeira edição da DC Análise circula dia 13 de junho com o tema energia.
O presidente do Sinapro-MG, Adolpho Rezende, chamou a atenção para uma particularidade mineira. "Vivemos em um Estado grande e fragmentado, que faz com que tenhamos uma espécie de regionalização dentro do nosso próprio território. preciso trabalhar a criação de novos anunciantes", avalia.
Além do debate, o encontro contou com a apresentação da Veja BH. O gerente de Marketing da revista, Fábio Luís dos Santos, explicou a opção da Editora Abril em lançar a edição regional em Belo Horizonte e não em outra capital. "A Veja já adota uma política de regionalização desde 1985, com o lançamento da Veja SP e, desde 1991, com a Veja RJ. Lançar a Veja BH é reconhecer a importância da cidade. Belo Horizonte é a capital que mais cresce e o sucesso aqui será inspiração para que o projeto alcance outras capitais", explica Santos.
O executivo ainda observou que não só o desenvolvimento econômico da cidade e do Estado justificam o lançamento. "Não adiantaria estarmos na melhor cidade do mundo se ela não tivesse conteúdo. A matéria-prima da Veja é informação e Belo Horizonte é uma cidade onde as coisas acontecem. O sucesso do lançamento demonstra que a regionalização é um passo correto, pois todo mundo gosta de saber o que acontece no mundo, mas também na sua ‘aldeia’", completa o gerente.
Para o diretor da Abap-MG, Fernando Campos, o debate foi uma boa oportunidade para que o poder público e a iniciativa privada conversassem, em um bom momento político e econômico, sobre o protagonismo que precisa ser reivindicado pela indústria da comunicação mineira. "Temos que defender a bandeira de Minas não por um sentimento de bairrismo, mas sim porque temos competência. Temos características específicas como gestão pública moderna, capacidade de consumo, posição geográfica, infraestrutura e diversidade econômica, entre outras, que provam nossa capacidade técnica", avalia Campos.
Na análise do presidente da Abap-MG, Alexandre Moreira, o evento foi apenas uma primeira reunião de um longo debate. "A partir desse encontro vamos chegar no congresso em São Paulo com uma opinião das agências mineiras. Isso é importante para demonstrar a força do nosso mercado e as competências das nossas agências. Esse é um assunto que renderá conversas contínuas", afirma Moreira.
O V Congresso da Indústria da Comunicação terá a abertura do arcebispo sul-africano Desmond Tutu, Prêmio Nobel da Paz, no painel Liberdade de Expressão e Democracia. Além da regionalização, serão debatidos os temas: o futuro da profissão; as empresas de comunicação brasileiras; o mercado global e a marca Brasil; comunicação, crescimento econômico e desenvolvimento humano; comunicação one-to-one; personalização versus privacidade; as novas tecnologias e as novas fronteiras da mídia; sustentabilidade e comunicação; criatividade e sucesso; o consumidor com a palavra; propriedade intelectual; legislação e ética e novos caminhos para criar e fortalecer marcas.
As inscrições para o V Congresso estão abertas no www.vcongresso.com.br. A previsão é reunir cerca de 2 mil participantes do mercado publicitário, produção audiovisual, marketing direto, gráfica, veículos de comunicação, anunciantes, brindes, promoção, mídias exterior, entre outros.
Fonte: Diário do Comércio
Assinar:
Postagens (Atom)


